Cortes De Cima Dois Terroirs 2017

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Cortes De Cima Dois Terroirs 2017
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Descrição do produto

Cortes de Cima Dois Terroirs

 Conteúdo: 750ml

Tipo:  Tinto

Elaboração

Uva: 50% Aragonez, 25% Syrah, 25% Pinot Noir

Teor Alcoólico: 13,5%

Amadurecimento: 25% do lote estagiou 8 meses em Carvalho Francês 

Terroir

País: Portugal

Região: Alentejano

Vinícola: Cortes de Cima

Notas de degustação

Visual: Violácea viva 

Aromas: Aromas a frutos de bago vermelho, especiarias e baunilha

Paladar:  Firme e fresco no palato. Vinho gastronômico com fruta intensa, persistente no final.

Harmonização: Carnes vermelhas, Assados.

Sobre o produtor

Este lote de Aragonez, Syrah e Pinot Noir resulta da combinação de dois terroirs Alentejanos distintos. Pinot Noir, plantada nas areias da fresca costa atlântica, contribui com frescura e elegância, que equilibra a abundante fruta do Aragonez e da Syrah, plantadas nos solos argilosos sobre calcário no interior da região. Vinhas sob Viticultura sustentável.

A Cortes de Cima é uma vinícola familiar fundada pelo casal americano-dinamarquês, Hans e Carrie Jorgensen, na região do Alentejo, em Portugal. O projeto teve início em 1988, quando o casal partiu em um veleiro com o objetivo de encontrar um lugar para estabelecer residência, criar uma família e plantar uma vinha.

Ao chegarem no Alentejo, Hans e Carrie encontraram apenas terras improdutivas e algumas construções abandonadas, mas a região lembrava Carrie de sua terra natal, a Califórnia. Já Hans, que nasceu na Dinamarca, ficou simplesmente encantado pelo sol mediterrâneo.

Entretanto, antes de embarcarem na aventura do mundo dos vinhos, Hans e Carrie consultaram a Universidade de Davis, nos Estados Unidos. Após analisar o clima da Vidigueira, o famoso Departamento de Enologia da instituição aconselhou o casal a plantar apenas castas tintas, ainda que tradicionalmente esta fosse uma região de uvas brancas. Assim, a maior aposta foi a casta portuguesa Aragonez, seguida pela internacional Syrah e, posteriormente, outras uvas em pequenas quantidades, como Trincadeira, Touriga Nacional, Castelão, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Hans e Carrie contrataram o Dr. Richard Smart, um conhecido consultor australiano de viticultura, que implantou o seu sistema de capota elevada de trepadeira, permitindo uma circulação extra de ar, o que evita o desenvolvimento de fungos e aumenta a exposição ao sol das videiras, dando uma maior concentração de cor, aroma e sabor às uvas.

Os primeiros anos do projeto, enquanto as uvas ainda cresciam, o casal plantava girassóis, tomates e melões para pagar as contas. Até que, em 1996, Hans e Carrie construíram uma adega no meio das vinhas, com o objetivo de produzir seus próprios vinhos. A vinícola então fez um trabalho pioneiro com a uva Syrah, pois, pelas regras da Denominação de Origem do Alentejo da época, nenhum vinho poderia estar rotulado com esta casta. Dessa forma, nascia ali o icônico vinho “ilegal”, chamado de Incógnito, produzido pela primeira vez em 1998. O resultado foi um enorme sucesso, com o vinho ganhando notoriedade em diversas premiações internacionais.

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